quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Como conseguir que o bebé durma durante toda a noite?

A maioria dos especialistas acredita que por volta dos 6 meses de idade o bebé já consiga passar uma noite a dormir sem interrupções de sono. Para conseguir que o seu durma durante toda a noite deve começar a cortar com a alimentação nocturna.

Deixar de fazer alimentação nocturna a partir dos 6 meses não significa apenas que o bebé consiga dormir durante toda a noite, significa também que o bebé terá um desenvolvimento mais saudável da sua dentição, pois o açúcar do leite ou da fórmula, permanece na boca do bebé durante a noite, podendo causar problemas a nível da dentição.

Outro motivo pelo qual deve suspender a alimentação nocturna é pelo facto de que os bebés não devem associar o comer ao dormir. Faça com que o seu bebé associe outros estímulos à hora de dormir, como por exemplo: música de embalar.

Para fazer a transição, conseguindo que o seu bebé deixe de necessitar da alimentação nocturna, é necessário que vá diminuindo gradualmente a quantidade de leite que ele ingere todas as noites. Gradualmente, remova cerca de 30 ml à quantidade de leite que dá ao seu bebé; faça isto durante algumas semanas. Eventualmente o bebé irá dormir toda a noite em vez de acordar com a expectativa da sua alimentação. Por volta dos 12 meses de idade o bebé deverá conseguir dormir durante toda a noite sem grandes problemas.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Amamentação pode aumentar força do pulmão dos bebés

Estudo britânico indica que as crianças amamentadas por pelo menos quatro meses têm um funcionamento melhor dos pulmões.

O simples esforço físico feito pelos bebés durante a amamentação pode deixá-los com pulmões mais fortes durante a infância, sugere um estudo realizado por investigadores americanos e britânicos e divulgado pela edição on-line da BBC.
O estudo, realizado com crianças de dez anos de idade, descobriu que aquelas que haviam sido amamentadas por pelo menos quatro meses tinham um funcionamento muito melhor do pulmão. A pesquisa, publicada na revista académica "Thorax", sugere que diferenças na duração e mecânica envolvidas na amamentação e no uso do biberão podem ser parcialmente responsáveis.
Estudos anteriores já provaram que a amamentação protege bebés de problemas respiratórios no início da vida, mas a relação com a força do pulmão durante a infância é menos clara.
Um total de 1.456 bebés da Ilha de Wight, na Inglaterra, foram acompanhados até completarem dez anos de idade. Um terço deles foi amamentado por pelo menos quatro meses podendo, em média, essas crianças expirar mais ar de maneira mais rápida depois de inspirar profundamente. Isso mesmo foi verificado mesmo quando as mães tinham asma ou sofriam de outras alergias.
Segundo os investigadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, da Universidade do Estado de Michigan e da Universidade da Carolina do Sul, nos EUA, as razões para esses benefícios não são óbvias.
Estudos anteriores sugerem que substâncias presentes no leite materno podem proteger contra a asma. Mas os responsáveis pelo actual estudo dizem que as mudanças encontradas no volume do pulmão não são completamente características de uma resposta à asma, sugerindo que outros factores podem estar em jogo.
Syed Arshad, da Universidade de Southampton, defende que a explicação pode estar no esforço físico necessário para extrair leite do peito. Segundo o investigador, o esforço que os bebés precisavam fazer para mamar no peito era três vezes maior do que o usado com o biberão, e as sessões de amamentação duravam mais.
«O que nós estamos a fazer é bem parecido com o tipo de exercício que sugerimos para reabilitação pulmonar em pacientes mais velhos», disse Arshad. «Eu não conheço nenhum outro estudo que sugira isso».
Se isso for mesmo verdadeiro, mudanças no modelo dos biberões poderiam fazer com que elas ficassem mais parecidas com o seio, contribuindo, dessa forma, para que o efeito seja o mesmo. A equipa entrou um contato com um fabricante de biberões com propostas para criar uma que possa imitar o esforço necessário para amamentar.
Arshad disse que, actualmente, é possível testar o pulmão das crianças, o que significa que um teste para saber se um novo modelo de biberão funcionaria poderia ser concluído dentro de um ano.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

10 coisas que deve fazer antes e engravidar

Um bebé já é uma ideia real, quer mesmo engravidar; mas e antes de realmente conceber, o que deve saber sobre si? Antes de decidir engravidar deve dar a maior hipótese ao seu bebé, e para tal será necessário seguir alguns passos.

Tenha em atenção o seu peso. O excesso de peso, ou a falta dele, pode aumentar as hipóteses do seu bebé desenvolver defeitos genéticos de nascença como a fenda do palato ou diabetes.

Reduza o stress. Existem muitas situações que podem ser fontes de stress - aproveite este período para reflectir sobre elas. Pense no que poderá ajudar a reduzir o stress ou no que poderá ajudar a lidar com ele. O stress durante a gravidez pode levar a uma maior incidência de problemas mentais e comportamentais no bebé.

Não se exponha ao fumo do tabaco, ou deixe de fumar. Uma percentagem do fumo e das substâncias malignas do tabaco ficam armazenadas na gordura corporal e demoram algum tempo a serem eliminadas. Fumar antes e durante a gravidez pode provocar o nascimento de um bebé prematuro, um bebé de peso inferior com asma e o Síndrome da Morte Infantil Súbita.

Deixe de beber álcool. O corpo acumula substâncias na gordura corporal que podem demorar até um mês a eliminar. A síndroma do álcool fetal pode causar defeitos genéticos graves, bem como dificuldades de aprendizagem na criança.
Saiba o seu grupo sanguíneo. Se o seu grupo sanguíneo não for compatível com o do bebé, pode provocar anemia e outros problemas como a doença de RH, que surge devido a esta incompatibilidade. No entanto, a doença de RH pode ser tratada facilmente durante a gravidez.

Comece a tomar vitaminas pré-natais, cálcio e acido fólico. Ingerir vitaminas, cálcio e ácido fólico pelo menos 2 meses antes da concepção, ajuda a evitar defeitos ao nível do tubo neural como a espinha bífida e outros defeitos genéticos.

Verifique a sua imunidade à rubéola e à varicela. Esta imunidade pode ser testada através de um simples exame ao sangue. É importante que saiba se tem imunidade a estas doenças antes de engravidar para que não as contraia durante a gravidez. A contracção destas doenças durante a gravidez pode dar origem a problemas no bebé na área neuromotora, lesões cutâneas semelhantes a cicatrizes, hipoplasia ou desenvolvimento incompleto dos dedos e várias lesões no sistema nervoso.

Verifique com o médico assistente se os medicamentos que toma são prejudiciais à gravidez. Dependendo dos medicamentos que se encontra a tomar (medicamento para o coração, antidepressivos...) pode ter de os deixar; no entanto deve consultar-se com o seu médico acerca dessa possibilidade. Defeitos genéticos como a fenda do palato e anormalidades nos membros, podem ser provocados pela ingestão de alguns tipos de medicamentos.

Faça um exame ao VIH. Se for VIH positiva pode passar este vírus ao bebé, mas se descobrir esta condição previamente, através da administração de anti-retrovíricos pré-natais pode diminuir a probabilidade de transmitir o vírus do VIH ao bebé.

Verifique o seu historial de saúde e os defeitos genéticos familiares. Verifique os registos médicos de defeitos genéticos familiares quer do lado da mãe quer do lado do pai do bebé. Tenha atenção a problemas genéticos que tenham ocorrido na família e reporte-os ao seu médico.

Aborto espontâneo - o que é?

Aborto espontâneo - o que é?
Raramente se podem atribuír à mãe as culpas pelo sucedido.
Ter uma gravidez que termina em aborto pode ser muito triste e penoso. As informações que se seguem tratam dos sintomas e tratamentos para os diferentes tipos de aborto.
Talvez isto a ajude a entender, se tiver um aborto, e lhe permita ainda compreender que é pouco provável que tenha feito algo para causá-lo. Existem boas hipóteses de ter um bébe na próxima vez.

O que é o aborto?
Um aborto é o final espontâneo de uma gravidez antes da vigésima semana. O termo médico usado é aborto espontâneo.
Mais ou menos 20% de todas as gravidezes terminam em aborto durante as primeiras 16 semanas. Muitos ocorrem dentro de 10 semanas. Algumas mulheres abortam mesmo antes de saber que estão grávidas; um atraso na menstruação pode ser o único sintoma.

O que o provoca?
Muitas vezes é difícil saber exactamente a causa do aborto. Contudo, a maior parte dos abortos ocorrem quando os cromossomas do espermatozóide encontram os cromossomas do óvulo.
Muitas vezes o bebé (também chamado feto) não se desenvolve por completo, ou desenvolve-se de maneira anormal. Em casos como estes, o aborto é a maneira que o corpo encontra para terminar com a gravidez que não está desenvolver-se normalmente.

Outras causas possíveis de aborto incluem infecções do útero, diabetes sem controlo, alterações hormonais e problemas no útero. Excesso de tabaco, álcool e drogas ilegais, como a cocaína, também causam o aborto, principalmente no início da gravidez quando os principais órgãos do bebé estão ainda em desenvolvimento.

Algumas vezes, também um cérvix (parte baixa do útero) incapaz provoca aborto. Durante o trabalho de parto o cérvix dá abertura para permitir que o bebé saia do útero e passe através da vagina.

Caso o cérvix comece a aumentar a abertura muito cedo, pode resultar em aborto. Muitas vezes, se o problema é descoberto cedo, pode ser tratado para que a gravidez continue.

Uma queda da mãe raramente causa aborto pois o bebé está muito bem protegido dentro do útero. Por outro lado, não há nenhuma evidência que stress emocional ou físico ou actividade sexual possam causar aborto numa gravidez normal.

Cuidado com o Cão

O que o seu filho deve fazer para não ser mordido
A maioria das crianças não lhes resiste e, mal os vêem, têm muito o hábito de se meter com os cães com que se cruzam. Muitas espécies não gostam, no entanto, deste tipo de abordagem.
Para evitar acidentes, explique isso ao seu filho e siga as regras basilares para um convívio amistoso.
Seja cauteloso. Se o seu filho lhe pedir se pode ou se sentir que a criança está com vontade de fazer uma festa a um cão desconhecido, pergunte primeiro ao dono se é seguro.
Ensine-lhe que se deve aproximar do cão pela via lateral, em vez de optar por um frente a frente. Depois, deve estender-lha a mão fechada (os dedos são os alvos preferidos para mordidelas) e deixá-lo cheirar.
Não entre em pânico em nenhum momento e faça com que a criança não demonstre sinais de nervosismo. Se um cão se dirigir a si ou ao seu filho ostentando aquilo que lhe parece ser uma atitude agressiva, fale-lhe de forma firme, mandando-o sentar-se, ficar quieto ou ir-se embora. Vá recuando, mas sempre devagar.
 

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