Sem amor por ele?
Mesmo que de início você não sinta muita vontade de pegar o seu bebé, abraçá-lo e beijá-lo, não se preocupe. Tudo no mundo tem uma razão e em poucos dias, irá desejar tê-lo sempre junto a si.
Não se trata de não amar o seu bebé. Há factores físicos e psicológicos que levam algumas mães a não terem vontade de estar com o bebé após o seu nascimento. São muitas as causas e podem acontecer a qualquer mãe.
Enquanto que os animais só se conseguem relacionar com as suas crias estando com elas imediatamente após o nascimento, nós, os humanos não.
Podemos estar algum tempo sem ver o nosso bebé, porque sofremos uma longa anestesia ou porque estivemos no isolamento mas, quando ele nos é colocado no colo, imediatamente sentimos por ele um amor e uma ternura imensurável. No entanto, se tal não acontecer, também não tem de se imaginar a pior mãe do mundo. O trauma do parto, as dores, e, muitas vezes sentimentos que não conseguimos controlar, levam a que tenhamos reacções inconscientes que mais tarde nos deixarão atónitas.
Dar tempo ao tempo
Como é evidente, o amor de uma mãe por um filho, não tem obrigatoriamente, de ser instantâneo. Normalmente, a “recém-mamã”, após o parto e quando lhe colocam o filho nos braços, não sente o entusiasmo imaginado durante a gravidez. Existem mesmo algumas mulheres que levam algumas semanas até aceitarem plenamente o seu bebé mas, depois de algum tempo, cuidando-o e mimando-o, esquecem as dores e os medos e começam a amar intensamente aquela pequena criatura que depende delas para sobreviver.
O que pode fazer?
Não que o tempo deixe de ser o melhor remédio mas, se pretende ir-se acostumando com o seu bebé, que tal, pegá-lo sempre que possa (a estada no hospital é um óptimo momento) e, suavemente, sussurrar-lhe palavras bonitas ao ouvido? Experimente falar com ele e verá que ele sabe muito bem quem é a sua mamã.
Olhe-o nos olhos e os olhos dele irão penetrar nos seus, buscando um pouco que seja do seu amor… assim, você dificilmente não se irá apaixonar por ele. Quando já estiver em casa, e nos momentos em que ele não estiver a dormir, experimente falar com ele, dizer-lhe o quanto o ama e verá que passado um tempo, ele responderá com o sorriso mais lindo do mundo.
Pouco a pouco, irá amar o seu bebé e dar-lhe amor, carinho, ternura. Pode ter a certeza que ele retribuirá!
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segunda-feira, 30 de março de 2009
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Amamentação pode aumentar força do pulmão dos bebés
O simples esforço físico feito pelos bebés durante a amamentação pode deixá-los com pulmões mais fortes durante a infância, sugere um estudo realizado por investigadores americanos e britânicos e divulgado pela edição on-line da BBC.
O estudo, realizado com crianças de dez anos de idade, descobriu que aquelas que haviam sido amamentadas por pelo menos quatro meses tinham um funcionamento muito melhor do pulmão. A pesquisa, publicada na revista académica "Thorax", sugere que diferenças na duração e mecânica envolvidas na amamentação e no uso do biberão podem ser parcialmente responsáveis.
Estudos anteriores já provaram que a amamentação protege bebés de problemas respiratórios no início da vida, mas a relação com a força do pulmão durante a infância é menos clara.
Um total de 1.456 bebés da Ilha de Wight, na Inglaterra, foram acompanhados até completarem dez anos de idade. Um terço deles foi amamentado por pelo menos quatro meses podendo, em média, essas crianças expirar mais ar de maneira mais rápida depois de inspirar profundamente. Isso mesmo foi verificado mesmo quando as mães tinham asma ou sofriam de outras alergias.
Segundo os investigadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, da Universidade do Estado de Michigan e da Universidade da Carolina do Sul, nos EUA, as razões para esses benefícios não são óbvias.
Estudos anteriores sugerem que substâncias presentes no leite materno podem proteger contra a asma. Mas os responsáveis pelo actual estudo dizem que as mudanças encontradas no volume do pulmão não são completamente características de uma resposta à asma, sugerindo que outros factores podem estar em jogo.
Syed Arshad, da Universidade de Southampton, defende que a explicação pode estar no esforço físico necessário para extrair leite do peito. Segundo o investigador, o esforço que os bebés precisavam fazer para mamar no peito era três vezes maior do que o usado com o biberão, e as sessões de amamentação duravam mais.
«O que nós estamos a fazer é bem parecido com o tipo de exercício que sugerimos para reabilitação pulmonar em pacientes mais velhos», disse Arshad. «Eu não conheço nenhum outro estudo que sugira isso».
Se isso for mesmo verdadeiro, mudanças no modelo dos biberões poderiam fazer com que elas ficassem mais parecidas com o seio, contribuindo, dessa forma, para que o efeito seja o mesmo. A equipa entrou um contato com um fabricante de biberões com propostas para criar uma que possa imitar o esforço necessário para amamentar.
Arshad disse que, actualmente, é possível testar o pulmão das crianças, o que significa que um teste para saber se um novo modelo de biberão funcionaria poderia ser concluído dentro de um ano.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
10 coisas que deve fazer antes e engravidar
Tenha em atenção o seu peso. O excesso de peso, ou a falta dele, pode aumentar as hipóteses do seu bebé desenvolver defeitos genéticos de nascença como a fenda do palato ou diabetes.
Reduza o stress. Existem muitas situações que podem ser fontes de stress - aproveite este período para reflectir sobre elas. Pense no que poderá ajudar a reduzir o stress ou no que poderá ajudar a lidar com ele. O stress durante a gravidez pode levar a uma maior incidência de problemas mentais e comportamentais no bebé.
Não se exponha ao fumo do tabaco, ou deixe de fumar. Uma percentagem do fumo e das substâncias malignas do tabaco ficam armazenadas na gordura corporal e demoram algum tempo a serem eliminadas. Fumar antes e durante a gravidez pode provocar o nascimento de um bebé prematuro, um bebé de peso inferior com asma e o Síndrome da Morte Infantil Súbita.
Deixe de beber álcool. O corpo acumula substâncias na gordura corporal que podem demorar até um mês a eliminar. A síndroma do álcool fetal pode causar defeitos genéticos graves, bem como dificuldades de aprendizagem na criança.
Saiba o seu grupo sanguíneo. Se o seu grupo sanguíneo não for compatível com o do bebé, pode provocar anemia e outros problemas como a doença de RH, que surge devido a esta incompatibilidade. No entanto, a doença de RH pode ser tratada facilmente durante a gravidez.
Comece a tomar vitaminas pré-natais, cálcio e acido fólico. Ingerir vitaminas, cálcio e ácido fólico pelo menos 2 meses antes da concepção, ajuda a evitar defeitos ao nível do tubo neural como a espinha bífida e outros defeitos genéticos.
Verifique a sua imunidade à rubéola e à varicela. Esta imunidade pode ser testada através de um simples exame ao sangue. É importante que saiba se tem imunidade a estas doenças antes de engravidar para que não as contraia durante a gravidez. A contracção destas doenças durante a gravidez pode dar origem a problemas no bebé na área neuromotora, lesões cutâneas semelhantes a cicatrizes, hipoplasia ou desenvolvimento incompleto dos dedos e várias lesões no sistema nervoso.
Verifique com o médico assistente se os medicamentos que toma são prejudiciais à gravidez. Dependendo dos medicamentos que se encontra a tomar (medicamento para o coração, antidepressivos...) pode ter de os deixar; no entanto deve consultar-se com o seu médico acerca dessa possibilidade. Defeitos genéticos como a fenda do palato e anormalidades nos membros, podem ser provocados pela ingestão de alguns tipos de medicamentos.
Faça um exame ao VIH. Se for VIH positiva pode passar este vírus ao bebé, mas se descobrir esta condição previamente, através da administração de anti-retrovíricos pré-natais pode diminuir a probabilidade de transmitir o vírus do VIH ao bebé.
Verifique o seu historial de saúde e os defeitos genéticos familiares. Verifique os registos médicos de defeitos genéticos familiares quer do lado da mãe quer do lado do pai do bebé. Tenha atenção a problemas genéticos que tenham ocorrido na família e reporte-os ao seu médico.
Aborto espontâneo - o que é?
Raramente se podem atribuír à mãe as culpas pelo sucedido.
Ter uma gravidez que termina em aborto pode ser muito triste e penoso. As informações que se seguem tratam dos sintomas e tratamentos para os diferentes tipos de aborto.
Talvez isto a ajude a entender, se tiver um aborto, e lhe permita ainda compreender que é pouco provável que tenha feito algo para causá-lo. Existem boas hipóteses de ter um bébe na próxima vez.
O que é o aborto?
Um aborto é o final espontâneo de uma gravidez antes da vigésima semana. O termo médico usado é aborto espontâneo.
Mais ou menos 20% de todas as gravidezes terminam em aborto durante as primeiras 16 semanas. Muitos ocorrem dentro de 10 semanas. Algumas mulheres abortam mesmo antes de saber que estão grávidas; um atraso na menstruação pode ser o único sintoma.
O que o provoca?
Muitas vezes é difícil saber exactamente a causa do aborto. Contudo, a maior parte dos abortos ocorrem quando os cromossomas do espermatozóide encontram os cromossomas do óvulo.
Muitas vezes o bebé (também chamado feto) não se desenvolve por completo, ou desenvolve-se de maneira anormal. Em casos como estes, o aborto é a maneira que o corpo encontra para terminar com a gravidez que não está desenvolver-se normalmente.
Outras causas possíveis de aborto incluem infecções do útero, diabetes sem controlo, alterações hormonais e problemas no útero. Excesso de tabaco, álcool e drogas ilegais, como a cocaína, também causam o aborto, principalmente no início da gravidez quando os principais órgãos do bebé estão ainda em desenvolvimento.
Algumas vezes, também um cérvix (parte baixa do útero) incapaz provoca aborto. Durante o trabalho de parto o cérvix dá abertura para permitir que o bebé saia do útero e passe através da vagina.
Caso o cérvix comece a aumentar a abertura muito cedo, pode resultar em aborto. Muitas vezes, se o problema é descoberto cedo, pode ser tratado para que a gravidez continue.
Uma queda da mãe raramente causa aborto pois o bebé está muito bem protegido dentro do útero. Por outro lado, não há nenhuma evidência que stress emocional ou físico ou actividade sexual possam causar aborto numa gravidez normal.
sábado, 15 de novembro de 2008
Será que devo fazer uma amniocentese?
A amniocentese é um exame pré-natal que se realiza aproximadamente às 16 semanas.
Tem uma precisão superior a 99 por cento na identificação de problemas no bebé em desenvolvimento, como a Síndrome de Down, e quase todas as outras anomalias cromossómicas. Consegue igualmente detectar várias outras centenas de doenças genéticas, como a fibrose quística, a doença de células falciformes e a doença de Tay-Sach, para além de defeitos abertos do tubo neural (por ex. espinha bífida e anencefalia). No entanto, nos pratos da balança, terá de colocar o seu desejo de saber mais sobre a saúde do bebé e o ligeiro risco (de 1 em 200 a 1 em 400) que o exame comporta de provocar um aborto espontâneo.
Factores a considerar:
• Na data de termo, terá 35 anos de idade ou mais? O risco de ter um filho com anomalias cromossómicas aumenta com a idade. De acordo com uma sondagem do BabyCenter, 49 por cento das inquiridas que optaram pela amniocentese indicaram a idade como motivo para a sua decisão.
• Recebeu um resultado positivo (anómalo) num exame de rastreio genético? Se os resultados de um rastreio bioquímico ou ecográfico demonstrarem que existe um risco elevado de anomalia genética, uma amniocentese pode dizer-lhe com certeza se alguma coisa se passa com o seu bebé.
• Esteve anteriormente grávida de uma criança com mal formações à nascença? Você ou o seu companheiro possuem alguma anomalia cromossómica ou genética ou são ambos portadores de um problema hereditário como fibrose quística ou doença falciforme? Algum dos dois tem antecedentes familiares que impliquem um risco de problemas genéticos no bebé? Uma amniocentese pode dar-lhe paz de espírito, já que a grande maioria das mulheres recebe boas notícias quando obtém os resultados.
• O que faria se fosse detectado um problema? Algumas mulheres optam por interromper a gravidez, ao passo que outras optam por continuar. Mas mesmo que tenha a certeza de que nunca interromperia a gravidez, independentemente dos resultados da amniocentese, saber de antemão que o bebé tem necessidades especiais pode conceder-lhe a si, e à sua equipa médica, mais tempo para se prepararem para as dificuldades futuras. Além disso, alguns problemas, como a dependência da biotina e a MMA (acidúria metilmalónica), podem mesmo ser tratados no útero logo que sejam identificadas. Por outro lado, se pretende continuar a sua gravidez, independentemente dos resultados, é possível que não queira sujeitar-se ao maior risco (embora reduzido) de aborto espontâneo na sequência da amniocentese.
Se decidir que quer fazer uma amniocentese, o procedimento demorará cerca de 30 minutos (a remoção do líquido em si demora menos de 30 segundos). Um médico ou um técnico utiliza uma ecografia para detectar uma bolsa de líquido amniótico que esteja a uma distância segura do bebé e da placenta. Em seguida, orientando-se pela ecografia, o médico introduz uma agulha fina, comprida e oca através das paredes abdominal e uterina e extrai uma pequena quantidade de líquido amniótico. É possível que tenha uma sensação de dor muscular, de picada ou pressão durante o procedimento. O grau de incómodo varia de mulher para mulher, e mesmo de gravidez para gravidez.
Se decidir que quer fazer uma amniocentese, o procedimento demorará cerca de 30 minutos (a remoção do líquido em si demora menos de 30 segundos). Um médico ou um técnico utiliza uma ecografia para detectar uma bolsa de líquido amniótico que esteja a uma distância segura do bebé e da placenta. Em seguida, orientando-se pela ecografia, o médico introduz uma agulha fina, comprida e oca através das paredes abdominal e uterina e extrai uma pequena quantidade de líquido amniótico. É possível que tenha uma sensação de dor muscular, de picada ou pressão durante o procedimento. O grau de incómodo varia de mulher para mulher, e mesmo de gravidez para gravidez.
Cozinhe para depois do parto
Quando cozinhar, comece a fazer dose dupla e congele metade.
Nas primeiras semanas depois de trazer o bebé para casa, pai e mãe estarão demasiado exaustos para cozinhar e ficarão encantados com refeições saudáveis que possam aquecer rapidamente.
Se não cozinhar, corra a vizinhança e compre todas as comidas take away que encontrar. Vai ver que vale a pena ter um menu variado sempre à mão.
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alimentação da mamã,
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quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Perguntas e Respostas...
O que é o ácido fólico?
É uma vitamina B, que reduz a incidência de alguns problemas no nascimento.Nos alimentos poderá encontrar esta vitamina em vegetais verdes e espargos.
Porque enjoo?
O enjoo é causado pelas mudanças hormonais.Grande maioria das mulheres, durante a gravidez, descobrem cheiros mais intensos ou mesmo novos aromas, como por exemplo na comida, que podem ser menos agradáveis, ao ponto de provocar enjoos.
Posso tomar algum tipo de medicação?
O melhor é evitar qualquer tipo de medicação, durante os próximos 9 meses.Qualquer tipo de medicação que precise de tomar, só o deve fazer após consultar o seu médico.
Sexo na gravidez?
Sexo não faz mal, nem á gravida, nem ao parceiro, nem ao bebé.Pelo contrário, faz tudo o que bom o sexo tem.Caso haja perca de sangue ou sinta alguma dor para além do razoável, consulte o seu médico.
É normal ter caíbras?
Sim, é perfeitamente normal, principalmente no final da gravidez, que as gravidas tenham caíbras.Ou devido ao cansaço, ou á falta de calcio.
O Ferro é fundamental?
Sim é fundamental , visto que o ferro é um mineral que aumenta a circulação do sangue torna-se de extrema importancia o aumento das reservas durante a gravidez. Pode encontra-lo na carne, sumos de fruta e legumes verdes.Existem também suplementos.
A nossa pele durante a gravidez também precisa de vitaminas?
Sim, ao longo dos nove meses a nossa cútis necessita muito de vitaminas.Adquira um creme hidratante com extratos de frutos e plantas , pois fornecem vitaminas A, B, C,e K.A postura diminui a falta de ar?Sim, o utero vai crescer vai pressionar o diafragma que empurra os pulmões, estes não se enchem completamente de ar. Quando estiver sentada ou em pé,mantenha as costas direitas.
Pode uma grávida fazer exercicio fisico?
Sim, a prática de uma actividade leve e feita com moderação só vai trazer beneficios. Alivia o stress, melhora a condição fisica,tanto no parto como no pós-parto.
Poderei vir a ter hemorroidas?
Sim,é uma situação extremamente deságradavel e dolorosa, mas,normal.Deverá aconcelhar-se com o se médico, a fim de melhor encontrarem formas de prevenção.
É normal ter perdas de sangue?
No principio da gravidez pode ser normal eventuais perdas de sangue.Todavia é sempre de extrema importancia o seu obstetra saber o que se passa de forma precisa.É normal sentir dor ao urinar?Não é normal,este sintoma é certamente originado por uma infecção urinária.A intensidade dos sintomas é variável,deverá contactar o seu médico.
É uma vitamina B, que reduz a incidência de alguns problemas no nascimento.Nos alimentos poderá encontrar esta vitamina em vegetais verdes e espargos.
Porque enjoo?
O enjoo é causado pelas mudanças hormonais.Grande maioria das mulheres, durante a gravidez, descobrem cheiros mais intensos ou mesmo novos aromas, como por exemplo na comida, que podem ser menos agradáveis, ao ponto de provocar enjoos.
Posso tomar algum tipo de medicação?
O melhor é evitar qualquer tipo de medicação, durante os próximos 9 meses.Qualquer tipo de medicação que precise de tomar, só o deve fazer após consultar o seu médico.
Sexo na gravidez?
Sexo não faz mal, nem á gravida, nem ao parceiro, nem ao bebé.Pelo contrário, faz tudo o que bom o sexo tem.Caso haja perca de sangue ou sinta alguma dor para além do razoável, consulte o seu médico.
É normal ter caíbras?
Sim, é perfeitamente normal, principalmente no final da gravidez, que as gravidas tenham caíbras.Ou devido ao cansaço, ou á falta de calcio.
O Ferro é fundamental?
Sim é fundamental , visto que o ferro é um mineral que aumenta a circulação do sangue torna-se de extrema importancia o aumento das reservas durante a gravidez. Pode encontra-lo na carne, sumos de fruta e legumes verdes.Existem também suplementos.
A nossa pele durante a gravidez também precisa de vitaminas?
Sim, ao longo dos nove meses a nossa cútis necessita muito de vitaminas.Adquira um creme hidratante com extratos de frutos e plantas , pois fornecem vitaminas A, B, C,e K.A postura diminui a falta de ar?Sim, o utero vai crescer vai pressionar o diafragma que empurra os pulmões, estes não se enchem completamente de ar. Quando estiver sentada ou em pé,mantenha as costas direitas.
Pode uma grávida fazer exercicio fisico?
Sim, a prática de uma actividade leve e feita com moderação só vai trazer beneficios. Alivia o stress, melhora a condição fisica,tanto no parto como no pós-parto.
Poderei vir a ter hemorroidas?
Sim,é uma situação extremamente deságradavel e dolorosa, mas,normal.Deverá aconcelhar-se com o se médico, a fim de melhor encontrarem formas de prevenção.
É normal ter perdas de sangue?
No principio da gravidez pode ser normal eventuais perdas de sangue.Todavia é sempre de extrema importancia o seu obstetra saber o que se passa de forma precisa.É normal sentir dor ao urinar?Não é normal,este sintoma é certamente originado por uma infecção urinária.A intensidade dos sintomas é variável,deverá contactar o seu médico.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Como manter o desempenho no trabalho sem dormir o suficiente?
Dicas para lidar com responsabilidades quando é difícil manter-se acordada.
Antes de tentar encontrar uma forma de manter o seu desempenho no trabalho sem dormir o suficiente, tem de perguntar a si própria se precisa mesmo de trabalhar. Por vezes, os pais sentem-se pressionados para regressar ao trabalho sem estarem ainda preparados, nem os bebés. Pode reduzir temporariamente o esforço profissional que lhe é exigido, através de métodos de trabalho flexíveis, pedindo o auxílio de um colega ou conversando com o seu superior sobre a melhor forma de fazer com que esta situação funcione da melhor forma para toda a gente. Se tiver de percorrer longas distâncias de carro, ou se tomar regularmente decisões que possam afectar a sua segurança ou a de outros, então não é sensato aprender a “lidar” com a sonolência – e é potencialmente perigoso.
Posto isto, ficam aqui algumas sugestões que a ajudarão a lidar com as responsabilidades do trabalho quando é difícil manter-se acordada:
• Mantenha um diário durante duas ou três semanas, de modo a identificar os períodos do dia em que tem mais e menos energia, e organize as suas principais responsabilidades de acordo com as conclusões a que chegar.
• Quando se sentir cansada durante o dia de trabalho, tente alterar as suas tarefas, fazer algum recado, levantar-se, esticar as pernas e sair para dar uma volta.
• Beba o mínimo de cafeína possível, especialmente ao fim da tarde e à noite.
• Se tem muitas vezes dificuldade em adormecer à noite, tente não dormir uma sesta durante o dia, ir para a cama demasiado cedo ou dormir até tarde. Estes hábitos, que podem parecer uma concessão necessária para alguém com privação de sono, podem perpetuar a insónia.
A melhor solução para a privação de sono é simplesmente dormir mais. Se não conseguir adaptar a hora normal de se deitar de modo a recuperar sono perdido, pense em dedicar uma noite por semana a ir para a cama cedo. Reduza ao mínimo a rotina matinal, de modo a dormir um pouco mais. Lembre-se de que dormir apenas mais cinco minutos por dia lhe dá meia hora de sono adicional por semana. Além disso, aproveite as oportunidades para “passar pelas brasas” durante a hora de almoço.
Pode sentir-se dividida entre as responsabilidades da família, do trabalho e da casa mas, se não dormir o suficiente, será ainda mais difícil manter-se a par das exigências profissionais e domésticas.
Antes de tentar encontrar uma forma de manter o seu desempenho no trabalho sem dormir o suficiente, tem de perguntar a si própria se precisa mesmo de trabalhar. Por vezes, os pais sentem-se pressionados para regressar ao trabalho sem estarem ainda preparados, nem os bebés. Pode reduzir temporariamente o esforço profissional que lhe é exigido, através de métodos de trabalho flexíveis, pedindo o auxílio de um colega ou conversando com o seu superior sobre a melhor forma de fazer com que esta situação funcione da melhor forma para toda a gente. Se tiver de percorrer longas distâncias de carro, ou se tomar regularmente decisões que possam afectar a sua segurança ou a de outros, então não é sensato aprender a “lidar” com a sonolência – e é potencialmente perigoso.
Posto isto, ficam aqui algumas sugestões que a ajudarão a lidar com as responsabilidades do trabalho quando é difícil manter-se acordada:
• Mantenha um diário durante duas ou três semanas, de modo a identificar os períodos do dia em que tem mais e menos energia, e organize as suas principais responsabilidades de acordo com as conclusões a que chegar.
• Quando se sentir cansada durante o dia de trabalho, tente alterar as suas tarefas, fazer algum recado, levantar-se, esticar as pernas e sair para dar uma volta.
• Beba o mínimo de cafeína possível, especialmente ao fim da tarde e à noite.
• Se tem muitas vezes dificuldade em adormecer à noite, tente não dormir uma sesta durante o dia, ir para a cama demasiado cedo ou dormir até tarde. Estes hábitos, que podem parecer uma concessão necessária para alguém com privação de sono, podem perpetuar a insónia.
A melhor solução para a privação de sono é simplesmente dormir mais. Se não conseguir adaptar a hora normal de se deitar de modo a recuperar sono perdido, pense em dedicar uma noite por semana a ir para a cama cedo. Reduza ao mínimo a rotina matinal, de modo a dormir um pouco mais. Lembre-se de que dormir apenas mais cinco minutos por dia lhe dá meia hora de sono adicional por semana. Além disso, aproveite as oportunidades para “passar pelas brasas” durante a hora de almoço.
Pode sentir-se dividida entre as responsabilidades da família, do trabalho e da casa mas, se não dormir o suficiente, será ainda mais difícil manter-se a par das exigências profissionais e domésticas.
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