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domingo, 29 de março de 2009

Sem medo do médico!

Um teste, um diagnóstico e uma terapia indolores, sem efeitos secundários ou contra-indicações.
Baseada na física quântica é considerada uma das áreas da medicina não convencional em grande desenvolvimento. Muito embora a maior parte das pessoas a conheça quando aplicada a adultos, a verdade é que quando aplicada a bebés ou crianças é muito bem aceite por estas e pelos seus pais.

A medicina quântica e as crianças

Sabendo que esta medicina se pratica regularmente e com grande sucesso, falámos com a Dr.ª Cátia Antunes – coordenadora da Clínica da Vinci e médica naturopata – para conhecermos melhor como decorrem os diagnósticos e as terapias. Baseado nos conhecimentos do professor Dr. William Nelson e na sua vasta experiência ao serviço da NASA, foi possível conceber um sofisticado computador de biorressonância (SCIO) que recebe informação energética/ vibracional do paciente.
Através de um desenvolvido software permite quantificar a reactividade do paciente, reservas energéticas, sistema imunitário e hormonal, quantificando as causas da doença. Este aparelho avalia os valores em MHz através dos seguintes sectores de medição: Amperagem, Voltagem e Resistência.

O diagnóstico com o SCIO

Especialmente para as crianças este diagnóstico é óptimo pois por ser indolor e não invasivo, permite que qualquer criança esteja calma e não tenha uma crise de choro, o que acontece com a medicina tradicional (análises que obrigam a espetar agulhas ou outros exames invasivos como por exemplo, uma endoscopia).
O diagnóstico através do SCIO e feito através da aplicação de bandas electromagnéticas na cabeça, pulsos e nos tornozelos. O diagnóstico dura apenas tês minutos. A avaliação permite verificar os níveis de: - Vitaminas - Aminoácidos - Nutrientes - Alimentos minerais - Enzimas - Açúcares naturais - Toxinas - Níveis hormonais - Tónus muscular - Doenças - Bactérias - Bolores - Fungos - Vírus - Estados de saúde - Equilíbrio dos órgãos internos Sempre que a frequência se encontra fora do padrão esta é identificada nos resultados a nível Físico, Emocional, Mental e Energético. O médico avalia os resultados e aconselha as sessões necessárias de terapia para obter a cura.

A Terapia

Dependendo da gravidade do transtorno (crónico ou agudo), a terapia adaptar-se-á ao número de sessões necessárias para corrigir a patologia. É realizada do mesmo modo que o diagnóstico, sendo neste caso emitidas pelo SCIO frequências para compensar ou equilibrar as vibrações até aos valores considerados normais. Cada sessão de terapia tem uma duração de cerca de uma hora.

Fala a experiência

Segundo a Dr.ª Cátia Antunes as vantagens da utilização deste método são:
- A detecção de qualquer transtorno é mais rápida de que por qualquer outro método clínico, tendo em conta que é possível avaliar precocemente uma situação patológica.
- È melhor aceite pelo paciente porque é indolor e mo caso das crianças pode considerar-se excepcional dada a dificuldade da criança em comunicar verbalmente o que sente.
- A cura baseia-se em não atenuar ou mascarar os sintomas mas, em detectar as causas e tratá-las eficazmente eliminando a origem da patologia.
- O SCIO é extremamente eficaz no combate ao stress e, sendo a maior parte das patologias provocadas por este, a sua terapêutica ajuda no campo da prevenção.

Mais eficaz

No âmbito das patologias infantis esta terapêutica tem muito sucesso em casos de:
- Patologias respiratórias
- Cólicas e outras patologias intestinais
- Dislexia e dificuldades de aprendizagem
- Stress e ansiedade
- Obesidade infantil

Quanto custa:

A primeira consulta custa 90. Euros Cada sessão de terapia custa 75 Euros Estes valores não têm comparticipação da Segurança Social, todavia, nesta clínica as despesas com estes tratamentos podem ser incluídas nos descontos fiscais.

sábado, 28 de março de 2009

Rechonchudos

Anos atrás, para que um bebé fosse considerado são e bem alimentado, deveria ser “gordinho”. Mas este conceito mudou e hoje em dia, gordo já não é sinónimo de saudável.

Actualmente, regista-se uma epidemia mundial de obesidade que se está a expandir a todos os países, incluindo os do terceiro mundo. A tal ponto que, as Nações Unidas denominou-a de “epidemia do novo milénio”. A obesidade não constitui somente um problema estético. O mais perigoso são as complicações que acarreta: hipercolesterolemia, hipertensão e diabetes tipo 2, entre outras. E contrariamente ao que se pode crer, estes transtornos não afectam somente os adultos, mas também se podem produzir em idades precoces: uma criança obesa de 10 anos também tem sérios factores de risco. De modo que hoje, gordinho já não é sinónimo de são, nem de bem alimentado. De facto, uma criança gorda não está, necessariamente, bem nutrida.

O que é ser obeso

Ser obeso não é ter um ou dois quilos em excesso. Quando dizemos que alguém está obeso referimo-nos a que a sua composição corporal sofre uma alteração caracterizada pelo aumento da gordura, que se expressa normalmente no peso. Por isso, para considerar uma pessoa como obesa, utilizam-se alguns indicadores. A medida habitual é a relação entre o peso e a altura, mas também se pode avaliar o índice de massa corporal, que consiste na equação peso sobre estatura ao quadrado (índice de massa corporal= peso/estatura2), cujo resultado é uma cifra. Para os adultos, trata-se de valores estabelecidos (dado que não crescem mais): 25 indica sobrepeso e 30 obesidade. Para as crianças, pelo contrário, como estão em constante crescimento, existem tabelas especiais para calcular o índice de massa corporal, similares às que se utilizam para medir o peso e a estatura. Diz-se que a está obesa quando tem um índice de massa corporal maior que o percentil 95 da tabela correspondente à sua idade e sexo. Mas em alguns casos, a obesidade é tão evidente que não é necessário recorrer a nenhuma tabela nem equação para afirmá-lo.

Obesidade ou sobrepeso?

A obesidade é totalmente independente da idade: pode afectar tanto os bebés de poucos meses como crianças e adultos. Quando se trata dos mais pequeninos, às vezes é difícil distinguir se é obeso ou só um bebé de grande tamanho. De modo que para estabelecer um diagnóstico correcto é preciso assegurar que o excesso de peso se deve a gordura. Caso contrário, considera-se de sobrepeso.

Bebés a dieta?

Quando se trata de bebés muito gordos, a primeira medida é efectuar uma avaliação clínica para averiguar se padecem de alguma patologia que dê origem à obesidade (por exemplo, transtornos hormonais, embora sejam pouco frequentes). Uma vez descartados os problemas orgânicos, não é possível colocar um bebé em dieta da mesma forma que uma criança maior ou um adulto. Em primeiro lugar, é preciso ter em conta que até aos dois anos de vida não se pode restringir em absoluto as gorduras (azeites, gorduras animais nem produtos lácteos inteiros) porque são imprescindíveis para a maturação do sistema nervoso do pequeno. Então, o mais acertado é determinar qual é o desajuste que faz com que o +pequeno seja gordo. Descobrir o porquê. E as causas podem ser múltiplas.

Calorias restringidas

Se a obesidade persiste mais além dos dois anos, é necessário implementar alguma alteração na alimentação para restringir a ingestão de calorias. A partir dessa idade, a criança já pode consumir, por exemplo, leites desnatados (leite desnatado em vez do leite inteiro, e o mesmo com os iogurtes, queijos, etc.), papas de menor densidade calórica, e uma maior quantidade de frutas para substituir as sobremesas, e que lhe aportam, além disso, mais fibras e vitaminas. Não obstante, quando se trata de crianças muito pequenas, estas mudanças devem ser supervisionadas pelo pediatra.

Peito versus biberão

Os bebés alimentados com leite materno tem menos tendência a sofrer de excesso de peso do que os alimentados com leite de fórmula. A explicação é que as crianças que tomam peito regulam melhor a sua digestão, porque ao comerem em horário livre fazem-no no momento em que necessitam e terminam quando estão satisfeitos. Pelo contrário, para os alimentados com biberão, a regulação depende mais da mãe do que do filho (a mamã dá-lhe, por exemplo, um biberão com 120 ml e espera que o bebé o termine).

Bebé gordo, adulto gordo?

Algumas crianças aumentam de peso muito precocemente (aos 2 ou 3 meses). Estes bebés registam um crescimento rápido e precoce, e se algum dos seus pais é obeso, têm mais risco de sê-lo no futuro, porque a obesidade tem um forte componente hereditário. Estas crianças herdam, além do mais, a cultura alimentar da família. Aos 6 meses, o bebé começa a incorporar os alimentos semi-sólidos. No entanto, isto não constitui um factor determinante para a obesidade embora, isso sim, seja a actividade física da criança que o determine. A partir dos 7 meses, alguns bebés são mais activos e gastam mais energia, o que lhes permite começar a reverter a tendência para engordar, enquanto que os mais calmos mantêm a propensão. Se à medida que criança vai crescendo não consegue modificar esta condição, quando se aproximar da etapa da adolescência, maior risco terá de ser obeso. De facto, uma criança obesa de 8 ou 9 anos tem mais possibilidades de ser um adulto obeso do que outro que conseguiu controlar a situação quando tinha dois anos.

Quando der o esticão...

É frequente escutar que as crianças gordas deixam de sê-lo “quando derem o esticão”. Ao chegar à puberdade, tanto o homem como a mulher registam um aumento da massa magra do corpo (músculos, ossos). Proporcionalmente. Durante o início da puberdade o homem ganha massa magra e perde gordura, de forma que fica com mais músculo e menos gordura. A mulher, pelo contrário, não perde gordura, distribui-a. De todas as formas, o esticão por si mesmo não garante que um rapaz emagreça, e ainda menos se se trata de uma rapariga.

Chocolate, caramelo, chupa-chupas...

As crianças obesas são, num primeiro termo, crianças. E como todas as crianças, adoram guloseimas! Mas as guloseimas são alimentos de escassa qualidade nutricional, já que não aportam vitaminas, minerais nem ferro, mas sim só calorias. Se bem que seja impossível eliminá-las por completo da dieta da criança, tão pouco devem ser dadas quotidianamente. O ideal é estabelecer regras e combinar com ele qual “é” o momento: quem sabe ao fim-de-semana, nos aniversários do jardim, ou uma determinada situação partilhada em família. O que se deve ter como norma – e nisto convém ser intransigente – é que a guloseima jamais deverá substituir alguma das quatro refeições principais, nem tornar-se o substituto de outras necessidades. E o mesmo critério pode utilizar-se com os famosos locais de fast-food que as crianças tanto adoram. É impossível não levá-los nunca, mas uma boa medida é deixá-lo para ocasiões especiais.

Edulcorantes, sim ou não?

Existem dois tipos de edulcorantes: os naturais (como a frutose da fruta), e os não alimentares, que não aportam nenhuma caloria: entre outros, ciclamato ou aspartame. Estes últimos foram alvo de muitas campanhas contra por parte da imprensa, mas está demonstrado que utilizados nas quantidades adequadas não provocam nenhum efeito tóxico, pelo que não há nenhum problema em que a criança os consuma. Do mesmo modo, pode comer produtos que o contenham (marmelada diet, gasosas light, iogurtes light, etc.), assim como utilizá-lo para substituir o açúcar.

A idade mais vulnerável

As etapas de maior risco de obesidade coincidem com as de maior velocidade de crescimento da gordura corporal. Nestes períodos o corpo necessita de mais energia e, por fim, maior quantidade de alimento. Mas em muitos casos, o consumo calórico é superior ao necessário, e se a situação se prolonga durante muito tempo pode provocar obesidade. As épocas consideradas vulneráveis são o primeiro ano de vida, por volta dos 5 anos e a puberdade.

O desporto é saúde

A epidemia mundial de obesidade responde a dois factores: a mudança de hábitos alimentares (comidas rápidas, com gordura e pouca fibra), e a vida sedentária, sem actividade física. A obesidade é a consequência de um excesso de ingestão de calorias ou de uma diminuição no seu gasto, de modo que para perder peso é preciso incorporar menos calorias e aumentar a actividade física. É certo que cada vez há menos espaços para as crianças brincarem, que pela crescente insegurança as crianças permaneçam mais tempo dentro de casa, somado ao facto dos pais quase não terem tempo para os levar ao parque. Assim, a maioria passa horas em frente à televisão, aos videojogos e ao computador. No entanto, o exercício físico é fundamental. Todas as crianças deveriam praticar, no mínimo, meia hora de actividade aeróbica por dia: correr, jogar à bola, nadar, etc.

O gordinho da sala

Muitas vezes, as crianças gordas são o alvo das piadas e gargalhadas dos seus colegas. Isto prejudica a criança obesa porque fere a sua auto-estima e gera sentimentos de marginalização. A consequência é que a criança não se integra no grupo, e esse isolamento leva-o a refugiar-se ainda mais na comida. Por isso é preciso ajudá-lo a melhorar a sua auto-estima (“Vamos ajudar-te a baixar de peso porque é bom para a tua saúde”), e evitar, por todos os meios, que se sinta marginalizado.

Um gordinho em casa. O que fazemos?

Nas crianças, o aborrecimento, a irritação, a solidão e outros estados de ânimo que provocam ansiedade, manifestam-se como necessidade de comida. Reconhecer esses sintomas é o primeiro passo para produzir mudanças. Os pais devem ajudar a criança mantendo uma linha de conduta coerente. Da mesma maneira que uma reprovação não serve se entendemos que a criança come porque não se sente bem, também pouco é útil dar-lhe uma guloseima como prémio. O mais importante é educar a criança a respeito dos seus hábitos alimentares.

Bebés obesos: porquê?

Em muitos casos qualquer gesto da criança é interpretado como necessidade de alimento. Mas o certo é que o pequeno não sabe diferenciar os seus sinais, de forma a que se torna um ciclo vicioso, em que todas as reclamações se satisfazem com comida. Então, um bebé pode ser gordo porque:

A mãe alimenta-o cada vez que chora porque supõe que o choro é por fome.
A mamã oferece-lhe alimento cada vez que o bebé reclama por ela, embora o pequeno não tenha fome, mas sim somente porque necessita da sua presença.
A mamã estimula-o a comer em situações em que a criança só tem necessidade de chuchar.
A mamã entretem-no com bolachas quando, por exemplo, o pequeno tem necessidade de morder. Desta maneira, o pequeno recebe continuamente uma quantidade de calorias desnecessárias.
Conselhos para um efectivo controlo de peso na infância

Todos os programas de controlo de peso devem basear-se numa alimentação saudável, adaptada às necessidades da criança e da família. Uma alimentação sã é aquela que inclui todos os alimentos em proporções equilibradas, e que contribui para um crescimento normal quando se trata de crianças. De seguida, algumas recomendações para ter em conta:

Convém sentar-se a comer sem muita fome para poder seleccionar os alimentos e moderar as quantidades.
É aconselhável realizar no mínimo quatro refeições principais, e duas intermédias: uma a meio da manhã e outra a meio da tarde.
Tente não saltar qualquer refeição.
As refeições – ao menos as quatro principais – devem fazer-se com tempo e tranquilidade, sentados, com a mesa posta, e respeitando os horários.
Evitar a televisão e outras actividades ou distracções na hora de comer. A refeição satisfaz mais se lhe prestarmos atenção e lhe outorgarmos o tempo e lugar, sem nos distrairmos com outra actividade.

Para diminuir as gorduras

Substitua os produtos lácteos inteiros pelos desnatados.
Retire a gordura das carnes antes de a cozinhar.
Coma o frango sem pele e preferencialmente a parte branca.
Limite as frituras.
Diminua a quantidade de azeite nas saladas.
Restrinja os molhos e os condimentos gordos.
A dieta do semáforo

Segundo as suas características, os alimentos podem classificar-se em três grupos: verdes, amarelos e vermelhos.

Alimentos verdes

Podem consumir-se livremente, em qualquer momento do dia. Alguns quase não possuem calorias. Outros, como os vegetais e as frutas, têm escasso valor calórico, mas são ricos em vitaminas e fibras, de modo que são mais saudáveis.

Água
Infusões sem açúcar (chá, café )
Gelatina diet
Caldos sem gordura
Iogurte desnatado
Frutas
Verduras (não inclui batata e milho verde)
Gasosas diet
Chicletes diet
Condimentos sem gordura (limão, vinagre, etc.)
Alimentos amarelos

A maioria dos alimentos pertence a este grupo. Dado que proporcionam energia e proteínas, são fundamentais para o crescimento. Devem incluir-se na dieta de todos os dias, mas cuidando a quantidade. Podem cozinhar-se a vapor, grelhados, no forno ou na panela (sem óleo).

Pão (integral, de leite, baguete)
Bolachas (de água-e-sal, integrais, de arroz, crackers, semi-doces com pouca gordura)
Tartes e empadas
Arroz, massinhas.
Massas em geral (preferivelmente secas)
Cereais
Leguminosas
Batata e milho verde
Carnes vermelhas (das partes magras)
Peixe fresco ou de conserva (em água)
Frango (de preferência do peito e sem pele)
Fiambre (somente presunto cozido e branco de aves)
Leite, iogurte
Queijos magros (queijo em barra, mozzarella com menos de 12 por cento de gordura) o queijo de ralar deve ser usado com moderação.
Ovos
Azeite
Marmelada diet
Alimentos vermelhos

São, na sua maioria muito ricos em calorias e gorduras, e de escasso valor nutritivo (quer seja pelo conteúdo, quer pela forma como se cozinham). Não são imprescindíveis na dieta de todos os dias, e convém pensar muito bem quando os consumir.

Açúcar comum
Doces de pastelaria
Marmelada
Guloseimas em geral (chocolates, caramelos, etc.)
Gelados (especialmente se forem de creme
Salgadinhos (batatas fritas, palitos, etc)
Bolachas doces e salgadas com alto conteúdo em gordura
Produtos congelados como palitos de queijo, etc.
Fiambre, salame, paio, etc.
Gasosas comuns
Tortas
Cremes
manteiga
Maionese
Comidas fritas em óleo ou manteiga

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Como conseguir que o bebé durma durante toda a noite?

A maioria dos especialistas acredita que por volta dos 6 meses de idade o bebé já consiga passar uma noite a dormir sem interrupções de sono. Para conseguir que o seu durma durante toda a noite deve começar a cortar com a alimentação nocturna.

Deixar de fazer alimentação nocturna a partir dos 6 meses não significa apenas que o bebé consiga dormir durante toda a noite, significa também que o bebé terá um desenvolvimento mais saudável da sua dentição, pois o açúcar do leite ou da fórmula, permanece na boca do bebé durante a noite, podendo causar problemas a nível da dentição.

Outro motivo pelo qual deve suspender a alimentação nocturna é pelo facto de que os bebés não devem associar o comer ao dormir. Faça com que o seu bebé associe outros estímulos à hora de dormir, como por exemplo: música de embalar.

Para fazer a transição, conseguindo que o seu bebé deixe de necessitar da alimentação nocturna, é necessário que vá diminuindo gradualmente a quantidade de leite que ele ingere todas as noites. Gradualmente, remova cerca de 30 ml à quantidade de leite que dá ao seu bebé; faça isto durante algumas semanas. Eventualmente o bebé irá dormir toda a noite em vez de acordar com a expectativa da sua alimentação. Por volta dos 12 meses de idade o bebé deverá conseguir dormir durante toda a noite sem grandes problemas.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Cuidado com o Cão

O que o seu filho deve fazer para não ser mordido
A maioria das crianças não lhes resiste e, mal os vêem, têm muito o hábito de se meter com os cães com que se cruzam. Muitas espécies não gostam, no entanto, deste tipo de abordagem.
Para evitar acidentes, explique isso ao seu filho e siga as regras basilares para um convívio amistoso.
Seja cauteloso. Se o seu filho lhe pedir se pode ou se sentir que a criança está com vontade de fazer uma festa a um cão desconhecido, pergunte primeiro ao dono se é seguro.
Ensine-lhe que se deve aproximar do cão pela via lateral, em vez de optar por um frente a frente. Depois, deve estender-lha a mão fechada (os dedos são os alvos preferidos para mordidelas) e deixá-lo cheirar.
Não entre em pânico em nenhum momento e faça com que a criança não demonstre sinais de nervosismo. Se um cão se dirigir a si ou ao seu filho ostentando aquilo que lhe parece ser uma atitude agressiva, fale-lhe de forma firme, mandando-o sentar-se, ficar quieto ou ir-se embora. Vá recuando, mas sempre devagar.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A posição do bebe durante a amamentação

A posição do bebê deve ser a mais confortável possível, principalmente a da mamã, mas é importante frisar que a criança deve ficar com a cabeça ligeiramente mais elevada, ficando todo encostado no corpo e colo da mãe. Desta maneira evita-se que o leite escorra para a tuba auditiva (orifício de ligação entre a boca e o ouvido), causando dores de ouvido freqüêntes, o que pode prejudicar o desenvolvimento da audição e consequentemente da linguagem. Nós sabemos que nesta fase a mamãe está passando por situações novas, dores nas costas, dores nos seios, mas mesmo assim temos que enfatizar que amamentar o bebê no seio, irá suprir as necessidades afetivas dele, porque permanece mais tempo com a mãe num contato muito íntimo, pois é neste ato que a mãe acaricia e fala com seu bebê, estimulando dessa forma o melhor e mais saudável desenvolvimento da linguagem e emocional do seu querido e lindo filho. Espero que com estas informações, a mamãe possa entender mais um pouco sobre a importância de dar de mamar, das necessidades que o bebê tem de receber esse leite mágico, repleto de substâncias que vão suprir a fome, protegê-lo de qualquer doença e além de tudo conseguir passar através dele todo o amor, todo o carinho que a mamãe e o papai tem por esse bebê que veio para alegrar e trazer esperanças de um mundo melhor. Um grande abraço e muita paz nesta nova etapa que com certeza é a mais linda e prazerosa de toda a nossa vida.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Os dentes

O aparecimento do primeiro dente do seu bebé – normalmente entre os 4 e os 7 meses — pode ser uma altura feliz mas também difícil.

Mesmo antes de nascerem, os dentes fazem com que as gengivas do seu bebé inchem e fiquem doridas, causando irritação e noites mal-dormidas. O nascimento dos dentes pode também causar um aumento da baba. Alguns bebés praticamente não são afectados pelo nascimento dos dentes, mas outros ficam irritados durante vários dias ou semanas.
Para aliviar o mal-estar do seu bebé: Experimente esfregar o dedo limpo nas gengivas do seu bebé. Pode também dar-lhe um pano macio, fresco e húmido para morder. Ou então um anel de dentição ou brinquedo de dentição – se o colocar no frigorífico ou no congelador por alguns minutos, o efeito apaziguador será maior. Consulte o seu pediatra antes de dar qualquer medicamento ao seu bebé. Os analgésicos orais podem proporcionar um alívio temporário às gengivas do seu bebé mas podem também interferir com os seus reflexos ou causar uma reacção alérgica. Nunca dê aspirina ao bebé nem esfregue nas gengivas do bebé.
Tratar o cieiro causado pelos dentes: Se o queixo e o lábio inferior do seu bebé estiverem muito vermelhos, é porque a baba permanente está a irritar a pele. Limpe suavemente (não esfregue) a baba com um pano de algodão e aplique vaselina na área afectada antes de o bebé adormecer.
Evitar problemas futuros: O aparecimento dos dentes marca a necessidade de começar a pensar numa boa higiene dentária. O pediatra do seu bebé irá provavelmente examinar os dentes novos.
Alguns especialistas aconselham a utilização de um pano húmido ou gaze para limpar as gengivas e dentes do seu bebé duas ou três vezes por dia, embora se não o fizer, isso não prejudicará o bebé de forma alguma.

O bebé reconhece o seu próprio nome?

Provavelmente sim – é um marco de desenvolvimento que a maior parte dos bebés atinge por volta dos 5 meses.
O seu bebé pode ouvir as coisas como um adulto por volta do 1º mês de vida. Mas é só agora que o bebé desenvolve a capacidade de detectar de onde vem o som e rodar a cabeça para o que lhe interessa.
Se o bebé aprender o seu nome, poderá notar como a atenção dele muda quando o chama — ou quando a ouve falar sobre ele a outra pessoa.

Porque é que os bebés estremecem?

Principalmente, porque os recém-nascidos têm mais sinapses, ou ligações, no seu sistema nervoso do que os adultos.

Isto faz com que sejam mais sensíveis ao ambiente que os rodeia, explica Romi Webster, pediatra do Children's Hospital Boston. É por este motivo que o seu bebé estremece tão facilmente quando há um movimento súbito ou um som mais alto.

Os bebés pequenos têm também os músculos flexores mais tonificados – se esticar a perna do seu bebé, por exemplo, verá que volta imediatamente à posição flectida assim que a largar. Esta maior tonificação dos músculos diminui ao longo dos primeiros nove meses de vida, ao mesmo tempo que a coordenação motora melhora, permitindo ao seu bebé suavizar os movimentos à medida que cresce.
Mantenha-se atenta se os estremecimentos se prolongarem muito para além das 4 a 6 semanas, afirma Webster, ou se notar que não consegue parar os estremecimentos excessivos quando coloca a mão sobre o membro a estremecer. Nestes casos, será aconselhável levar o bebé a um pediatra que poderá avaliar a necessidade de outros cuidados médicos.

Utilizar, ou não, uma chupeta!

Chuchar é um instinto natural.

Nalgumas ecografias, é possível ver os bebés a chuchar no dedo, ainda no útero. Muitos continuam a ter uma forte necessidade de chuchar após o nascimento; mesmo depois de comer, continuam dispostos a chuchar.

Utilizar, ou não, uma chupeta, fica ao seu critério.
Alguns pais não conseguem passar sem a chupeta considerando-a uma forma prática de acalmar um bebé impaciente ou de adormecer o bebé. Outros rejeitam a chupeta, baseados em argumentos estéticos e preferem não se preocupar com o apanhar a chupeta e ter de a lavar, sempre que cai. (Pode levar a mão do seu bebé à boca para o acalmar ou utilizar o seu próprio dedo mindinho para isso.)
Não há qualquer motivo físico para não dar uma chupeta ao seu bebé. Eis aqui algumas sugestões, se o quiser fazer: Se estiver a amamentar, não utilize a “chucha” se não depois de o bebé ter aprendido a pegar no peito e se o seu fluxo de leite for constante, o que deverá acontecer mais ou menos nesta altura. Quando utiliza uma chupeta na primeira semana, pode ser mais difícil para o bebé aprender a mamar, uma vez que os movimentos da boca necessários para chuchar no mamilo e na chucha são ligeiramente diferentes.

Evite utilizar logo a "chucha". Dê-lhe de comer, ponha-o a arrotar, mude a fralda, embale-lo, acarinhe-o e responda às necessidades básicas do seu bebé quando este estiver impaciente, em vez de optar por colocar logo a chupeta assim que ele refila. O seu bebé será menos dependente da chupeta, ao crescer, se a utilizar de forma contida nos primeiros tempos. Deverá utilizar a chupeta para ajudar a relaxar e não como substituto de afecto e carinho.
Não se preocupe, porque a chupeta não afecta o crescimento dos dentes do seu bebé. Os dentes definitivos só aparecerão por volta dos 5 ou 6 anos e, por essa altura a “chucha” será apenas uma recordação. As crianças que chucham no dedo, por outro lado, poderão ter mais dificuldades em deixar este vício, ao mudar os dentes de leite, o que poderá causar futuros problemas dentários.
 

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